segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Talvez depois

2:40 e o calor se tornava frio, um cobertor já não era suficiente para dar conta e o medo começava a aparecer. Pensei nas pessoas, pensei nas ruas e nas casas. Pensei nos motoristas, nos vendedores, nos bom dias e boa noites. Pensei na vida, pensei na morte; pensei na sorte. Pensei no hoje, pensei no ontem, pensei no acaso, pensei no prazo. Passei do prazo? E no depois, penso depois.

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