Algumas coisas que aconteceram me fizeram pensar na fragilidade da vida. Só de imaginar que tudo o que temos ou o que poderíamos ter pode ir embora com tanta falicidade me dá calafrios. Só de pensar, eu já sinto saudades dos amigos que eu não fiz, das coisas que não vivi, do que deixei de fazer ou de viver por medo. Estou sentindo uma imensa saudade do futuro, e eu necessito dele, logo !
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Ano novo, vida nova !
Sempre tem aquela hora em que pensamos que não dá mais, que alguma coisa tem que mudar. Eu estou assim. Chega das mesmas coisas, das mesmas notícias, das mesmas pessoas. Eu quero novas situações, novas histórias ao lado de novas pessoas. Tem gente que nos cansa, e mesmo que não canse, tem gente que é simplesmente melhor deixar pra lá. Quero esquecer coisas e pessoas que não vão dar em nada, que só me fazem perder tempo. Espero que esse ano que está indo embora leve com ele tudo o que já é passado, mas insiste em ficar no presente.
E é na dor onde conhecemos o melhor de nós. Parece que a dor já escavou tão fundo, que se procurarmos mais um pouco acharemos preciosidades.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
"Foda-se o seu amor perdido"
Odeio gente que vive se lamentando, que está sempre "sofrendo por amor". Parece que a vida só é feita disso; de namoros, paixões, compromissos... A vida tem tanto para nos oferecer que não me passa pela cabeça o fato de viver se lamentando por um amor não correspondido, ou um amor perdido. Acho que para quem tem bons amigos, como eu, é bem mais fácil. Nada que uma noite mal dormida e um porre não possam curar.
Se eu pudesse eu gritava, e como eu queria, gritava pra todo mundo ouvir que eles não precisam de uma pessoa pra viver, eles precisam de pessoas, e pessoas não faltam em nossas vidas. Talvez se essas pessoas parassem de idealizar a felicidade, um instantinho só, acabariam topando com ela na próxima esquina. Acho que a felicidade só chega até nós se formos capazes de recebê-la, mas tem gente que se fecha, que se limita. Temos que procurar nos lembrar que não somos responsáveis pela felicidade alheia e que o nosso maior motivo pra ser feliz é a vida!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Dúvidas e certezas. E dúvidas.
Eu não queria ser assim tão confusa. Odeio acordar em um dia sabendo o que quero da minha vida, disposta a lutar por tudo e em outro sem nenhuma disposição, cheia de dúvidas, achando que tudo só poderá dar errado. Hoje eu acordei assim, sem graça, tudo estava chato e eu não sabia nem do que eu gostava mais.
Não estou vendo o lado bom de nada, consigo arrumar um defeito pra tudo, chego a inventar defeitos. As coisas já são tão imperfeitas e eu querendo piorar.
Parece que eu dou um jeito de afastar as pessoas de mim. Sabe aquela sensação de estar perdendo as coisas aos poucos ? Quando você sente que está deixando partir o que mais quer com você ? É estranho, parece que queremos nos desfazer do que mais precisamos, que mentimos pra nós mesmos esperando que as verdades cheguem dos outros. Parece que procuramos nos perder para alguém nos encontrar, nos botar na linha e dizer: “Acorda pra vida, ela tá passando e você aí perdida”, mas sabemos que isso não vai acontecer, que se queremos mudanças elas têm que partir de nós...
Não sei porque comecei a usar a terceira pessoa, acho que não consigo falar de mim, pode ser pelo fato de eu não me conhecer o bastante. Quando eu começo a escrever sobre mim me sinto falando do desconhecido. Acho que uso o “nós” esperando que alguém seja como eu, ou pelo menos me entenda, só assim me sinto menos estranha.
Não sei porque comecei a usar a terceira pessoa, acho que não consigo falar de mim, pode ser pelo fato de eu não me conhecer o bastante. Quando eu começo a escrever sobre mim me sinto falando do desconhecido. Acho que uso o “nós” esperando que alguém seja como eu, ou pelo menos me entenda, só assim me sinto menos estranha.
domingo, 6 de novembro de 2011
Aprender pode ser bom... ou ruim
Acho que hoje eu descobri que as coisas não mudam, que só esperança não basta e que nada vai ser como você deseja. Descobri também que desistir pode ser bom, desistir de algo ou alguém significa abrir espaço para novas coisas, e as vezes só precisamos disso, mas é difícil perceber. É difícil abrir mão do que se quer, mesmo sabendo que tem coisas que nunca darão certo. Descobri que é muito, muito difícil admitir algo que você tem certeza de que é verdade, mas que você não quer que seja, e além de enganar os outros você vai se enganando e esperando um dia acreditar na sua própria mentira. Descobri que não valorizamos quem nos ama, gostamos de quem nos faz sofrer. Descobri que eu não deveria ligar para as coisas como eu estou ligando no momento, que eu deveria viver como antes, quando tudo estava bom; quando eu achava que aconteceria o que tivesse que acontecer e não tentava dar rumo às coisas. Descobri que todos nós deveríamos viver a verdade e que por mais que ela doa, é sempre a melhor opção.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
De alma lavada
Ah. Hoje eu vim para falar da vida e o que me encanta nela.
Botar toda essa energia positiva pro papel, essa alegria que eu estou sentindo, sem motivos especiais. Aliás, somente por um motivo, que todos deveriam ter para sorrir todos os dias, a vida ! E como é bonita. Ela e tudo o que tem para nos oferecer. Muita coisa me faz ver que ela vale a pena. As flores, o vento , a chuva... Ah, a chuva! É o que mais me encanta. Sua beleza é tão fascinante que não se precisa ver para saber seu tamanho, basta ouvir. Ouvir e sentir. Entender tudo o que ela veio para nos dizer. Veio para nos dizer que o sol se cansou, mas para não nos desesperarmos que ele volta, e que ela está aí para regar as flores. Veio para nos mostrar que quando ela passar o que vai restar é o cheiro de terra molhada e o agradecimento da natureza por ser delicadamente cuidada. E quando está indo embora, vai nos deixando a tristeza do fim de sua canção. Por isso, vamos sorrir, viver e ouvir o barulho da chuva sempre. Agradecer por não termos tudo o que desejamos, mas por podermos ver, ouvir, tocar e sentir tudo o que a vida nos oferece.
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